"UMA IDEIA TORNA-SE UMA FORÇA MATERIAL QUANDO GANHA AS MASSAS ORGANIZADAS".
Karl Marx
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
ESPAÇO DO LEITOR - MARCELO FREIXO
Publicado em 06/09/2013
"O PSOL oficiou a corregedoria da Alerj para investigar as denúncias. Exigimos que seja investigado porque não queremos esconder nada. Queremos saber a verdade. Oficiei o presidente da Alerj e disse que não é possível que todos os veículos de comunicação tenham todos as provas contra a deputada Janira Rocha e nós do PSOL não tenhamos. Nós precisamos desse material e vamos dar direito de defesa. O PSOL tem que responder a sociedade pela coerência que nós construímos. Quanto mais o PSOL crescer no Rio mais problemas vamos enfrentar, e temos que ter essa coragem. (...) Nós vamos continuar fazendo todas as denúncias em praça pública. O que nos diferencia é como nós reagimos diante dos problemas. Mais do que qualquer um, o PSOL vai investigar todas as denúncias e vamos chegar aonde tivermos que chegar. Para que a gente possa continuar marcando a nossa diferença e ser uma partido fundamental para processo democrático no Rio de Janeiro", afirmou Marcelo Freixo, nesta sexta-feira (6/9), na prestação de contas do partido em praça pública, no Buraco do Lume.
Marcelo Freixo - Deputado Estadual(PSOL)
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
POSIÇÃO OFICIAL DO BLOG EM RELAÇÃO A GREVE DOS PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO
Nosso total apoio aos professores da rede municipal. É inaceitável a recusa de um governante eleito pelo povo de receber trabalhadores que buscam uma negociação para melhorar as condições da educação no município. Mostra a truculência e a falta de capacidade de dialogar com os sindicatos, movimentos sociais e até mesmo cidadãos comuns. Reflete um governo autoritário e autocrático que se acostumou a resolver todas as questões políticas "de cima para baixo".
Parabéns a todos os professores presentes, também aos vários companheiros do Psol que são professores, alguns dirigentes sindicais.
Temos lado nesta disputa. O lado dos trabalhadores da educação!!!!!!!!
Claudio Leitão.
RELATO SOBRE O QUE ACONTECEU NA MANIFESTAÇÃO DO SEPE HOJE NA PREFEITURA
Vamos ao relato.
Semana passada realizamos um assembleia no dia 29.08 com o intuito de conseguirmos uma audiencia com o prefeito, ja que os of[icios com pedidos de audiencia n'ao foram repondidos. Na assembleia tivemos o informe que o prefeito finalmnete havia marcado uma audiencia para o dia seguinte, 30.08, as 8h. Na assembleia, deliberamos que uma comissao iria a audiencia. No dia seguinte, 30.08, as 8h, estavamos na prefeitura. O assessor do prefeito diz que somente a dire;'ao seria atendida, insistimos que, naquele momento, eramos poucos, apenas 5 pessoas (4 direcao e 1 da base da categoria), mesmo assim, o assessor insistiu que SOMENTE diretores da entidade entrariam, diante da obrigacao de descumprirmos decisao de assembleia, nos retiramos e convocamos a categoria para mais uma assembleia hoje. Hoje, 05.09, deliberamos em assembleia que entrariamos na prefeitura para agendarmos uma audiencia, que entrariamos em ESTADO DE GREVE e teriamos nova assembleia na sexta-feira, dia 13.09, nos encaminhamos ate a prefeitura entraram eu (Profa Denize Alvarenga), Charles Pimenta, Monica Almeida e Marcia Marques, os outros estavam caminhando para entrar quando foi dada ordem de fecharem as portas. Ninguem poderia entrar ou sair ate que a policia chegasse. Servidores da prefeituras tentaram sair pela porta da frente e tiveram problemas, a partir dai sairam pela porta lateral. A policia chegou ainda em horario de expediente e disse que Denise Soares Teixeira que estava na porta poderia entrar, mas ela nao conseguiu entrar mesmo assim. Houve empurra-empurra, inclusive pressionando a Coordenadora do Sepe nas portas. Apos esse conflito, ela conseguiu entrar. De dentro da prefeitura fizemos uma assembleia e a categoria decidiu que ficariamos ali ate que a audiencia fosse agendada. O subsecretario de comunicacao que estava intermediando as negociacoes se retirou do local. Em seguida o coordenador de estatistca da prefeitura chegou ao local e negociamos nossa saida mediante compromisso de agendamento de audiencia. Foi decidido que amanha sera informado ao SEPE Lagos a data e horario da audiencia. O documento assinado por ele e a coordenacao do SEPE esta disponivel no face.
Prof. Denize Alvarenga - SEPE LAGOS - VIA FACEBOOK
RAPIDINHAS....................
* Encontrar os black-bloc's foi fácil, então porque é tão difícil saber ONDE ESTÁ O AMARILDO???????
* E segue a rotina do "campeonato municipal de processos" entre MM e AC. Mais um gol do time alairzista. Acho que o time marquinista espera o governo avançar para começar a marcar os tentos. As lambanças certamente virão. O "bucho de ouro" já é uma delas!!!!!!!
* Tem pessoas que querem aproveitar esta situação da deputada Janira Rocha para fazer acusações caluniosas pela internet e blogs contra o PSOL Cabo Frio. Desafio: Apresentem as provas!!
* O quadro político hoje é realmente desalentador. Reconhecemos, mas volto a repetir, não podemos generalizar, existem pessoas corretas com cargos públicos defendendo a sociedade. O que falta, as vezes, é vontade e disposição para acompanhar mais de perto o processo político.
* Tem um blogueiro desesperado porque está sendo processado cível e criminalmente, cuja audiência judicial está próxima, que vai ter a oportunidade de mostrar as provas de suas calúnias e difamações. Vive em sofrimento, até porque se as tivesse, já teria mostrado. Procure ser feliz, rapaz!!!!!!!!!!!
* Uma notícia meiga para acalmar os nervos: O veterano músico americano, Little Richard, declarou, ontem nos EUA, aos 80 anos, que vai se aposentar. Feliz aposentadoria Little, um dos desbravadores do rock e do blues.
* Cabo Frio vive hoje a sua pior crise no que tange a geração de empregos. 54% da população não tem carteira assinada. Alguém sabe responder por que?
* Durante os últimos 16 anos não foi planejada e construída uma só escola técnica ou profissionalizante com recursos da prefeitura. O novo "velho" governo nada fala do assunto. Enquanto isso, milhões "jorram" na praia e avenidas.........
* Depois não sabem porque a cidade vive uma pertubadora crise de violência urbana. Nem todos que estão assaltando o fazem porque querem. Muitos estão mergulhados na pobreza extrema e aí, "partem para qualquer negócio". É tarefa do poder público intervir nesta área. A polícia só prende pobre, preto e morador de comunidade carente.
* O dia 7 de setembro está chegando e não estou vendo nas redes sociais as mobilizações que se prenunciavam. O que houve? Será que está sendo por causa deste processo de intimidação e criminalização dos movimentos sociais? Quem pode ajudar neste debate?
NOTÍCIAS E FATOS
* Lutar contra a corrupção, transparência e ética na política não é bandeira de um só partido ou movimento social.É tarefa de toda a sociedade. O PSOL tem buscado estas práticas e tem tido o reconhecimento de vários setores desta mesma sociedade, mas não está livre de desvios de conduta por parte de seus membros. O partido nunca se assumiu como formados por "vestais" ou "anjos de sacristia", mas nesta geléia geral em que se tornou a política brasileira, tem se caracterizado por ter em seus quadros políticos honestos e estar sempre ao lado das demandas dos trabalhadores e na defesa dos interesses públicos e coletivos.
* Críticas políticas são sempre bem vindas, pois ajudam a corrigir rumos e estratégias. Agora, é engraçado quando estas críticas partem de setores "mais sujos do que pau de galinheiro", com expressões chulas e que querem misturar todo mundo na vala comum. Toda generalização é injusta, em qualquer campo, inclusive na política. As "prostitutas da política", embora com todo respeito a classe, que se vendem para o "senhor de ocasião" não me parece ter legitimidade para cobrar nada de ninguém. Podem mandar recados "malcriados" a vontade!
* A Saúde continua sendo o "calcanhar de Aquiles" do novo "velho" governo. Em qualquer programa de rádio ou tv que permita participação ao vivo, as reclamações brotam como chafariz. O principal alvo é esta famigerada Central de Marcação de Consultas, que apesar das "melhorazinhas" não funciona. Ela é "campeã de audiência". Vou repetir: A promessa de campanha era acabar e não tentar arrumar. E o HCE não iria reabrir?
* Outra área frágil é a distribuição de medicamentos para a população. A dificuldade existe tanto nos remédios prescritos nos ambulatórios, quanto os que estão na lista de medicação especial. Desde o governo passado as reclamações se sucedem. A via judicial para a obtenção do remédio necessário tem sido a solução. A Farmácia Básica do Município necessita de uma ampla reformulação que envolva a renovação dos fármacos mais antigos por mais novos e eficientes e precisa passar por um processo de descentralização na distribuição. Já recebi várias denúncias de que tem "político esperto" que tira o medicamento da farmácia para fazer assistencialismo e trocar por votos.
* A Câmara dos Vereadores de Rio das Ostras, ontem, foi ocupada por manifestantes que entregaram para os edis uma pauta de reivindicações com ações de políticas públicas prometidas e não atendidas pelo executivo. Foram cobrar dos vereadores um posicionamento em defesa da população, pois os nobres representantes do povo estão caladinhos! Qualquer semelhança com a Câmara de Cabo Frio é mera coincidência !!!!!
* Por aqui, os manifestantes que foram na primeira manifestação ou reunião lá na Câmara estão sendo ameaçados via redes sociais. As ameaças são de porrada, cascudo e prisão. Podem ser fakes querendo aparecer, mas vamos ficar de olho vivo!!!
* Pesquisas eleitorais refletem o quadro naquele momento específico. Servem para montar estratégias de campanhas, garimpar possíveis doadores e avaliar possibilidades futuras de adversários, mas estão longe de representar a verdade há um ano das eleições. Novos fatos e novas composições políticas podem mudar inteiramente a situação. Penso que ninguém deve comemorar nada, até porque as manifestações de rua e o clima de insatisfação no país podem ainda provocar muitas surpresas. Informação e renovação serão palavras chaves para 2014 e 2016.
* Os nossos sinceros pêsames pelo falecimento do Secretário de Projetos Especiais da Prefeitura, Augusto Vaz de Azeredo Lopes,carinhosamente conhecido por todos como Guta. Acima de qualquer diferença política, desejamos a família muita força e resignação neste momento.
* A prisão ontem de vários participantes do movimento black-bloc revela a atitude autoritária de um Estado opressor implantado por Cabral e sua polícia. Um governo recheado de denúncias de corrupção e desvios do dinheiro público, rejeitado pela população - apenas 11% de aceitação - tenta neste momento criminalizar os movimentos sociais que pedem sua renúncia. Querem claramente intimidar novas manifestações. Os presos foram recolhidos para um presídio de segurança máxima como se fossem criminosos perigosos sem direito a defesa prévia. Parabéns a OAB-RJ por assumir a defesa dos manifestantes.
* Quero aqui mais uma vez reiterar para alguns que tem dificuldades de entender que as greves dos professores da rede municipal de Cabo Frio, rede municipal do Rio de Janeiro, rede estadual e os companheiros da saúde de Cabo Frio ( ACS e ACE) tem nosso TOTAL APOIO E SOLIDARIEDADE. O PSOL é um partido que tem lado na disputa política. Está e sempre esteve ao lado dos trabalhadores, estudantes, aposentados, excluídos e dos setores médios da sociedade. Aqui não tem "murista".
Daqui a pouco as rapidinhas........................
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
A CRISE BRASILEIRA E O MOMENTO ATUAL
A crise brasileira é estrutural e está vinculada a nossa condição de país dependente e, por consequência, subdesenvolvido. O binômio dependência/ subdesenvolvimento é agravado pelo padrão de brutal desigualdade que nos caracteriza – desigualdade econômica, social, regional – e que foi uma decorrência direta da marcha histórica desse nosso relacionamento externo, sempre de dependência, com centros econômicos mais desenvolvidos. Ao longo do tempo, esses centros – na verdade, os países dominantes em cada diferente período histórico – foram se impondo em relação a nós como os grandes condicionadores do tipo de desenvolvimento que, de fato, acabamos por experimentar.
Essa história da dependência estrutural nunca foi, por outro lado, fator de insurgência das nossas classes dominantes.
Ao contrário, as classes dominantes brasileiras sempre procuraram se adaptar, e especialmente levar vantagem, a cada diferente ciclo desta dependência, seja ela protagonizada por Portugal, pela Inglaterra ou pelos EUA. É isto o que explica esse brutal padrão de desigualdade com que convivemos e, mais grave, parece se naturalizar.
O subdesenvolvimento, por outro lado, não significa que estejamos irremediavelmente condenados à miséria, ao atraso ou à sina do baixo crescimento econômico. Sua melhor tradução é o padrão de desenvolvimento subordinado e dependente da dinâmica de expansão e fortalecimento de outros Estados nacionais, detentores de graus de autonomia e de soberania que justamente nos faltam. Dependendo da posição econômica e social do setor nacional a que nos reportamos, a vantagem e os benefícios acumulados, no processo de dependência, podem ser de enorme magnitude e de aparente efeito positivo, para as classes, frações de classe e regiões que examinemos.
É esse intrincado processo que nos explica, por exemplo, a aparente pujança de uma unidade da federação como São Paulo e os dilemas e dificuldades de regiões como o Norte e o Nordeste brasileiros. Ou a existência de uma burguesia endinheirada, poderosa, cosmopolita, inteiramente, contudo, míope no seu papel de classe dirigente de uma nação potencialmente rica, mas econômica e socialmente digna de vergonha.
Essas são considerações importantes de serem lembradas, quando procuramos explicações para o momento político que vivemos. As impactantes manifestações de junho desse ano ocorreram após um aparente processo onde, nos últimos anos, nos acostumamos a escutar que o Brasil caminhava muito bem. Fim da miséria, ascensão de milhões a uma suposta nova classe média, solidez econômica e altas taxas de crescimento eram afirmações comuns que procuravam demonstrar o acerto e correção do modelo econômico em curso e da política econômica vigente.
A explosão das insatisfações populares e velhos sintomas da nossa crise econômica – baixo crescimento, instabilidade cambial e os dilemas de natureza fiscal, em meio a um processo de elevação da taxa de juros, com o pretexto de se combater a elevação das taxas de inflação – expõem mais uma vez as incongruências que as classes dominantes impõem ao país e à nossa população.
A gravidade maior de natureza política é que desta feita a gestão governamental se encontra com uma coalizão de partidos comandada por forças políticas que vieram da esquerda, tinham um discurso de oposição a esse modelo, mas a ele se renderam por uma visão míope de governabilidade. Este atual comando da coalizão governamental congelou, na esfera da representação política formal, a crítica mais contundente e necessária ao modelo econômico que se inaugurou no país, a partir dos anos 1990.
Esse modelo, de interesse de bancos e multinacionais, nasceu a partir de uma concepção de integração financeira da economia brasileira com o sistema internacional, a partir da remoção de mecanismos clássicos de controle cambial e da criação de uma nova moeda nacional, vinculada ao dólar. Para o seu financiamento original, contou com um amplo programa de privatizações e a permanente manutenção de uma política de juros reais elevados, como forma de atração de um fluxo de ingresso de divisas no país, capaz de financiar nosso balanço de pagamentos.
As consequências inevitáveis desse processo implicam forte endividamento estatal, desnacionalização econômica e a formação de um passivo externo financeiro crescente e relevante. O grande álibi deste modelo é o que se chama de estabilidade monetária, sempre lembrada como conquista indiscutível, a ser mantida a qualquer custo. O que jamais se esclarece é justamente o preço que estamos pagando por esse tipo de estabilidade.
A economia brasileira hoje, para o seu atual padrão de funcionamento, implica o pagamento em dólares de uma conta de serviços e rendas – remessa de lucros, pagamento de juros e royalties e despesas com viagens, entre outros – da ordem de 100 bilhões de dólares anuais, além da importação de bens e mercadorias que se aproximam a US$ 200 bilhões/ano.
Esses números explicam a insistência e o direcionamento de todos os incentivos às exportações de commodities agrícolas e minerais, como forma de se financiar, parcialmente, esse desequilíbrio corrente das contas externas. Explica, especialmente, o furor com que o governo investe no propósito de entregar os campos de petróleo do pré-sal à exploração voltada para as exportações de óleo cru, através do apetite de grandes empresas petrolíferas internacionais.
Mas são medidas que, além de perniciosas ao interesse nacional e popular, não detêm a marcha insensata que estamos percorrendo. O passivo financeiro externo líquido – direitos financeiros dos estrangeiros, já descontado o valor das reservas internacionais – é crescente e superior atualmente a US$ 600 bilhões, e os serviços financeiros relacionados à dívida pública da União consomem em torno de 45% do Orçamento Geral da União. Além disso, a falência do Estado em suas atribuições de prover a sociedade de serviços públicos adequados – principal clamor das ruas – mostra que este modelo econômico precisa ser derrotado.
O rei está nu. O que nos falta, contudo, é criar o consenso político necessário à consecução de um modelo econômico alternativo, revendo o conjunto de medidas – inclusive de natureza constitucional – que foi adotado pelos diferentes governos que, desde Collor de Mello, nos jogaram na aventura das privatizações, da desnacionalização econômica e da subordinação do país aos bancos e multinacionais. As ruas agradeceriam.
Paulo Passarinho é economista e apresentador do programa de rádio Faixa Livre.
FRASE DA SEMANA
" NO BRASIL EXISTE UMA GRANDE DIFERENÇA ENTRE SER MÉDICO E SER FORMADO EM MEDICINA."
Kiko Tozatti
RAPIDINHAS.....................
* Algumas pessoas me criticaram pela dureza com que tratei o caso Janira Rocha. Reconheço o passado de lutas no sindicato e movimentos sociais da deputada e a correção com que vinha conduzindo seu mandato, mas não dá para apagar erros do presente com a biografia do passado.
* Isso acontece hoje com o PT, que tanto criticamos e seria incoerência da nossa parte, neste momento, "colocar panos quentes". O passado de lutas de figuras com José Dirceu e Genoíno não podem ser desculpas para os erros cometidos e que levaram às condenações no processo do mensalão.
* Foi concedida pela justiça uma liminar que suspende a demolição do Skate Park. É inacreditável esta ridícula briga de MM e AC, e que parece agora, ganhar a participação do Dep. Estadual Janio Mendes ao lado de Marquinhos. Ambos, nos últimos 16 anos "queimaram" quase 6 bilhões de reais e muito pouco produziram para a cidade. Sai fora dessa deputado!!!!!
* Esta história da cassação do registro sindical do SEPE é uma grande bobagem. O SEPE é um dos maiores sindicatos profissionais da América Latina e isto vai ser derrubado com facilidade. Tente outra Cabral!!!!!
* Aliás, por falar em Cabral, dizem que ele vai estar no CIEP de Arraial do Cabo, nesta quinta, amanhã, as 10 horas. Que tal prepararmos uma recepção à altura??
* A Câmara dos Deputados aprovou ontem por unanimidade o fim do voto secreto nas votações do Congresso. Nenhum parlamentar vai poder se esconder nas futuras votações. Até que enfim "deram uma bola dentro".
* Os funcionários da NSA americana que denunciaram as espionagens de Obama pelo mundo, disseram ontem que o Brasil era um dos principais alvos. Alguém duvidava disso??
* A cidade de Melgaço, no arquipélago do Marajó, no Pará, jamais teve médico. Possui o menor IDH do Brasil e o acesso a cidade é feito por barcos. Nenhum médico brasileiro jamais quis trabalhar por lá. Vai ter pela primeira vez um médico: um cubano. Chupa essa reaças!!!!!!!
* Esta Central de Marcação de Consultas é uma piada. Criada por Alair e mantida por Marquinhos nunca funcionou adequadamente. O novo "velho" governo vive tentando "melhorazinhas" que não atendem as necessidades da população.
* A promessa de campanha não era melhorar e sim acabar. Qualquer gestor sabe que a solução passa por implantar os postos do ESF's, cobrindo 100% da população, informatizar estes postos e ali fazer as marcações. Não é um investimento tão caro assim, mas precisa ter senso de prioridade e vontade política. Mas "os caras" preferem gastar o dinheiro público primeiro na praia e no alargamento de avenidas.
* A Comissão com participação popular que discute a questão do transporte coletivo em Cabo Frio precisa "jogar duro" com o governo. O objetivo governista é não mudar nada, devido aos "compromissos" assumidos com a concessionária. Ontem, a liminar caiu no STJ.
* As queixas da população continuam. Nada mudou com a nova administração, exceto a redução do valor subsidiado que passou para 0,50 centavos. Os usuários reclamam que este ônibus demora e quando vem está sempre lotado.
* Ciclovias? Cidade ambientalmente sustentável? Isso não faz parte da agenda do governo municipal.
Assinar:
Postagens
(
Atom
)












